Centro de Convivência de Vila Velha oferece oficinas gratuitas para pessoas com deficiência

Centro de Convivência de Vila Velha oferece oficinas gratuitas para pessoas com deficiência

Espaço atende crianças a partir de 6 anos, adultos e idosos com atividades de inclusão, convivência e participação social

O Centro de Convivência da Pessoa com Deficiência (CCPCD), em Vila Velha, oferece atendimento a pessoas com deficiência física, intelectual, auditiva e visual, além de pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) e síndrome de Down. O serviço recebe crianças a partir dos 6 anos, adultos e idosos.

Vinculado à Secretaria de Assistência Social da Prefeitura de Vila Velha, o espaço acolhe usuários encaminhados pelos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e por outras unidades da rede de atendimento. Também é possível procurar o serviço diretamente, por demanda espontânea.

Entre as atividades disponíveis estão oficinas de Musicalização, Atividade Física, Coral, Roda de Conversa e Dança, além do grupo Acolhendo Vivências para Pessoas com Deficiência Intelectual. As ações buscam estimular a convivência, a participação social e a inclusão.

Para começar a frequentar o espaço, é necessário agendar uma acolhida com a equipe técnica. Nesse primeiro atendimento, são avaliadas as necessidades de cada usuário e definidas as atividades mais adequadas ao perfil. Depois da inscrição, o participante é incluído nas oficinas disponíveis.

Dependendo da condição ou do tipo de deficiência, a participação pode exigir o acompanhamento de um responsável ou acompanhante.

O CCPCD funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na Avenida Henrique Moscoso, nº 1.759, no Centro de Vila Velha. Informações e agendamentos podem ser solicitados pelo telefone ou WhatsApp (27) 99281-1507.

O serviço, no entanto, não substitui atendimentos da área da Saúde. O Centro de Convivência não oferece tratamentos de saúde mental, fisioterapia ou outros procedimentos terapêuticos. O foco está nas atividades de convivência e inclusão social.