Pazolini é recebido com festa em Cariacica e moradores pedem que modelo de Vitória seja levado para todo o Estado

Pazolini é recebido com festa em Cariacica e moradores pedem que modelo de Vitória seja levado para todo o Estado

Candidato percorreu dez bairros e ouviu pedidos para que avanços alcançados na capital em educação, saúde, segurança e proteção às mulheres sejam ampliados para os demais municípios capixabas

A caminhada motorizada de Lorenzo Pazolini por Cariacica foi marcada por festa, abraços, carinho e muita proximidade com os moradores. O candidato dos Republicanos ao Governo do Espírito Santo percorreu Castelo Branco, Bela Vista, Rio Marinho, Jardim Botânico, Vista Lindo, Valparaíso, Bandeirantes, Vista Mar, Bela Aurora e Vale Esperança e, por onde passou, encontrou pessoas nas ruas, nas calçadas e nas portas de casa esperando para cumprimentá-lo.

Foram abraços, apertos de mão, acenos e muitas conversas. Em diferentes bairros, Pazolini foi parado por moradores e ouviu uma manifestação que se repetiu ao longo do percurso: o desejo de que políticas públicas desenvolvidas em Vitória também possam chegar a Cariacica e aos demais municípios do Espírito Santo.

Entre os resultados lembrados durante os encontros estão os avanços na segurança pública da capital, com a redução dos homicídios e dos feminicídios. Vitória chegou à marca de 653 dias sem registro de feminicídio, resultado associado a uma política que combinou segurança, prevenção, acolhimento e ações voltadas à autonomia das mulheres.

Na educação, a expansão do ensino em tempo integral também apareceu nas conversas. Durante a gestão de Pazolini, Vitória passou de quatro para 50 escolas de tempo integral, ampliando a permanência das crianças nas unidades de ensino e criando uma nova realidade para muitas famílias. Para mães, especialmente as mães solo, a medida significou também mais tempo e oportunidade para trabalhar, estudar e participar de cursos de qualificação profissional.

Esse conjunto de políticas teve reflexos também na proteção às mulheres. Ao ampliar as possibilidades de qualificação, trabalho e geração de renda, a administração municipal buscou fortalecer a autonomia financeira feminina, especialmente de mulheres que viviam em situação de dependência econômica de seus agressores. A possibilidade de conquistar a própria renda representa, para muitas delas, uma porta concreta para romper o ciclo de violência e reconstruir a própria vida.

Na saúde, outro número destacado foi a oferta de consultas e exames especializados ao longo da gestão, ampliando o acesso da população aos serviços e buscando reduzir o tempo entre o atendimento inicial, o diagnóstico e o tratamento.

“Quando as pessoas nos pedem para levar ao Estado aquilo que fizemos em Vitória, eu recebo isso com muita responsabilidade. Estamos falando de cuidar da criança dentro da escola, de garantir atendimento de saúde, de proteger as famílias e de criar condições para que uma mulher tenha autonomia e não precise permanecer ao lado de um agressor porque depende dele financeiramente. Política pública precisa chegar à vida real das pessoas e transformá-la”, afirmou Pazolini.

A recepção em Cariacica acompanhou todo o trajeto. Mais do que manifestações políticas. Foram encontros marcados pelo olho no olho e por relatos sobre a realidade dos bairros e o desejo por serviços públicos mais eficientes.

“Cada abraço que recebemos aqui vem acompanhado de esperança e também de uma cobrança legítima. As pessoas sabem que é possível fazer diferente porque estão vendo resultados tão perto delas. Queremos construir um Espírito Santo em que o endereço onde alguém mora não determine a qualidade da escola do filho, o acesso à saúde ou o direito de viver com segurança”, completou Pazolini.

Ao final do percurso pelos dez bairros, ficou uma mensagem que havia acompanhado a caminhada desde os primeiros encontros: a expectativa dos moradores de Cariacica de que experiências implantadas na capital possam ganhar escala e alcançar todo o Espírito Santo